Realizou-se no Centro Cultural de Vila das Aves na tarde do passado dia 20 uma significativa jornada de reflexão sobre a memória histórica tendo por tema “As Invasões Francesas e a Sociedade Portuguesa: resistências e rupturas” numa parceria entre a Câmara Municipal de Santo Tirso e o Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa.
Sexta-feira, Novembro 27, 2009
Quarta-feira, Novembro 25, 2009
Caldas da Saúde promove II Encontro Nacional de Escolas que leccionam Termalismo
Na próxima sexta-feira (27 de Novembro) realiza-se nas Termas das Caldas da Saúde o II Encontro Nacional de Escolas (I Encontro Internacional) que leccionam o curso de Termalismo. Para esta iniciativa a organização conta já com aproximadamente 400 inscrições, atingindo o limite do auditório requisitado para o efeito. O público inscrito é constituído por alunos, formadores e profissionais da área de termalismo, fisioterapia e massagem e técnicos de spa, bem como médicos, enfermeiros, entre outros profissionais.
A abertura dos trabalhos está marcada para as 10h30, realizando-se a primeira das duas sessões previstas, meia hora depois, contando com as intervenções de três profissionais das Caldas da Saúde, nomeadamente: João Coutinho, que falará de “técnicas termais no tratamento de patologias respiratórias”; Raquel Silva que traz para debate a “Cinesioterapia respiratória”; e ainda Jorge Loureiro que falará do “papel do técnico de termalismo nos tratamentos termais às vias respiratórias”. Antes do almoço, haverá ainda tempo para uma visita à Termas das Caldas da Saúde.
Os trabalhos retomam às 15 horas, para a segunda sessão deste Encontro. Carla Moreira, da Escola de Termalismo de Hidroterapia e Spa vai debater as “técnicas complementares, conceito e demonstração”, enquanto Alberto Lima, da Universidade do Minho fará de “águas termais em Portugal continental”. A fechar esta iniciativa, ainda a intervenção de Brigitte Bellen, do Istituto Profissionale Statale Michelangelo Buonarroti de Fiuggi que falará, precisamente de “Termalismo e Turismo em Fiuggi, Itália”.
A abertura dos trabalhos está marcada para as 10h30, realizando-se a primeira das duas sessões previstas, meia hora depois, contando com as intervenções de três profissionais das Caldas da Saúde, nomeadamente: João Coutinho, que falará de “técnicas termais no tratamento de patologias respiratórias”; Raquel Silva que traz para debate a “Cinesioterapia respiratória”; e ainda Jorge Loureiro que falará do “papel do técnico de termalismo nos tratamentos termais às vias respiratórias”. Antes do almoço, haverá ainda tempo para uma visita à Termas das Caldas da Saúde.
Os trabalhos retomam às 15 horas, para a segunda sessão deste Encontro. Carla Moreira, da Escola de Termalismo de Hidroterapia e Spa vai debater as “técnicas complementares, conceito e demonstração”, enquanto Alberto Lima, da Universidade do Minho fará de “águas termais em Portugal continental”. A fechar esta iniciativa, ainda a intervenção de Brigitte Bellen, do Istituto Profissionale Statale Michelangelo Buonarroti de Fiuggi que falará, precisamente de “Termalismo e Turismo em Fiuggi, Itália”.
Castro Fernandes volta a presidir Amave
Está encontrado o sucessor de António Magalhães na presidência da Associação de Municípios do Vale do Ave. As eleições por escrutínio secreto, realizadas ontem na sede da Amave, designaram Castro Fernandes, o autarca de Santo Tirso, como presidente do Conselho Directivo daquela associação de municípios, cabendo a vice-presidência a Jorge Dantas, presidente da Câmara de Vieira do Minho.
Já Dinis Manuel da Costa, autarca de Vizela, assumirá a presidência da Mesa da Assembleia Intermunicipal no mandato 2009-2013, tendo como secretários os vereadores da Câmara da Póvoa de Lanhoso e da Câmara de Guimarães, respectivamente, Armando Fernandes Amadeu Portilha.
Teatro no Centro Cultural para menores de seis anos… mas não só
No próximo dia 5 de Dezembro, há teatro em Vila das Aves e, desta vez, os “conviddos especiais” são as crianças com idades compreendidas entre o 1 e os seis anos. Mas os respectivos pais, avós e público em geral estão também convidados a assistir à peça “À procura do Ó-Ó perdido”, que sobe ao palco do Centro Cultural de Vila das Aves no referido dia 5 de Dezembro (Sábado), às 10h30. Este espectáculo de marionetas, promovido pela Câmara Municpal de santo Tirso, é levado à cena pelo grupo “Lua Cheia teatro para todos”, a partir de texto e encenação de Pascal Sanvic. A entrada é ivre.
A peça conta-nos a história de um bebé que adormece num pequeno jardim e “durante o sono, um passarinho apodera-se do seu ó-ó branco e macio e leva-o para longe”. E como seria de esperar, quando acorda, “o bebé não fica nada contente”. São lhe propostos “outros ó-ós, mas um ó-ó não se substitui”. Mas com a ajuda do ar, da água, do fogo e do contador de histórias, o bebé, depois de várias aventuras, vai reencontrar o seu precioso bocadinho de tecido sobre a ilha Ó-ó que as crianças descobrem à saída do espectáculo. Com interpretação de Genoveva Faísca, este espectáculo tem música de Cristiano e Barara e cordenação geral de Maria João Trindade.
A peça conta-nos a história de um bebé que adormece num pequeno jardim e “durante o sono, um passarinho apodera-se do seu ó-ó branco e macio e leva-o para longe”. E como seria de esperar, quando acorda, “o bebé não fica nada contente”. São lhe propostos “outros ó-ós, mas um ó-ó não se substitui”. Mas com a ajuda do ar, da água, do fogo e do contador de histórias, o bebé, depois de várias aventuras, vai reencontrar o seu precioso bocadinho de tecido sobre a ilha Ó-ó que as crianças descobrem à saída do espectáculo. Com interpretação de Genoveva Faísca, este espectáculo tem música de Cristiano e Barara e cordenação geral de Maria João Trindade.
"O Valor da Aprendizagem" em debate no encontro de CNO’s
O Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária D. Afonso Henriques, em Vila das Aves, vai promover na próxima sexta-feira, 27 de Novembro, um encontro de CNO´s visando a troca de experiências e disseminação de boas práticas subordinado ao tema "O Valor da Aprendizagem".
Esta iniciativa realiza-se no Centro Cultural de Vila das Aves, a partir das 14h30 e vai contar com as presenças de José Pedro Amorim (UCP) que falará do valor da aprendizagem ao longo da vida, e também de Manuela Freire (ANQ) que se debruçará sobre o tema da “Validação de Aprendizagens Formais no processo de RVCC”.
Um testemunho vivencial escrito por um avense que foi prisioneiro de guerra
Para grande surpresa de muitos avenses, Luís Pinto, mais conhecido por Pilú, antigo jogador do CD Aves e prisioneiro de guerra na sequência da invasão das antigas cidades - colónia de Goa, Damão e Diu em 1961 pela República da Índia, fez editar um livro sentido e amargo sobre a sua experiência histórica, livro que intitulou “A queda e evasão de Goa, Damão e Diu”.
Numa excelente capa com um “design” expressivo, uma malha de arame farpado (ou de tecido mnésico) rompe-se para nos dar a ver num flash evocador uma imagem inédita e “clandestina” de prisioneiros de guerra no campo de concentração de Poudá, algures naquele antigo território colonial. O texto deste livro é um testemunho vivencial em que foi preciso muita coragem e exposição por parte do autor para vencer resistências pessoais e colectivas à amnésia que se abateu sobre este capítulo primeiro da derrota do império colonial.
O discurso em primeira pessoa, quer no singular quer no plural, é antes de mais um discurso natural e desinibido, o discurso de um soldado raso do exército português que, mesmo sem desconsideração para com a cadeia de comando em que se integra, se sente um “mexilhão” à deriva dos acontecimentos e do ostracismo a que o regime salazarista condenou todos aqueles que teria preferido ver mortos no seu posto de combate em vez de rendidos ao “invasor”.
Trata-se de um discurso com “o coração na boca”, que mesmo nas condições de maior isolamento protesta a sua fidelidade aos amores da metrópole que são os de toda uma vida e se não renderam às eventuais afeições por lá partilhadas que, apesar de tudo, ainda deixaram “um brilhozinho nos olhos”.
LEIA MAIS NA EDIÇÃO DE 25 DE NOVEMBRO DO ENTRE MARGENS
Numa excelente capa com um “design” expressivo, uma malha de arame farpado (ou de tecido mnésico) rompe-se para nos dar a ver num flash evocador uma imagem inédita e “clandestina” de prisioneiros de guerra no campo de concentração de Poudá, algures naquele antigo território colonial. O texto deste livro é um testemunho vivencial em que foi preciso muita coragem e exposição por parte do autor para vencer resistências pessoais e colectivas à amnésia que se abateu sobre este capítulo primeiro da derrota do império colonial.
O discurso em primeira pessoa, quer no singular quer no plural, é antes de mais um discurso natural e desinibido, o discurso de um soldado raso do exército português que, mesmo sem desconsideração para com a cadeia de comando em que se integra, se sente um “mexilhão” à deriva dos acontecimentos e do ostracismo a que o regime salazarista condenou todos aqueles que teria preferido ver mortos no seu posto de combate em vez de rendidos ao “invasor”.
Trata-se de um discurso com “o coração na boca”, que mesmo nas condições de maior isolamento protesta a sua fidelidade aos amores da metrópole que são os de toda uma vida e se não renderam às eventuais afeições por lá partilhadas que, apesar de tudo, ainda deixaram “um brilhozinho nos olhos”.
LEIA MAIS NA EDIÇÃO DE 25 DE NOVEMBRO DO ENTRE MARGENS
Domingo, Novembro 22, 2009
“Aos 15 anos cheguei a um ateísmo convicto, Deus não podia existir”

Em 2002, a RTP, numa reportagem do jornalista Alberto Serra, dava a conhecer a história da Irmã Raquel Silva, que aos 24 anos se decidiu por uma vida religiosa contemplativa. Natural de Vila do Conde, Raquel Silva, ‘guiada por Deus’ encontrou no Mosteiro da Visitação o lugar onde viria a permanecer em clausura até aos dias de hoje. Depois de tornada pública a sua história, foram muitos os que a desafiaram a deixar o seu testemunho em livro. E “Uma atracção Irresistível” aí está. O livro é apresentado esta tarde, (Domingo, 22 de Novembro, às 17h30) por D. Carlos Azevedo, Bispo Auxiliar de Lisboa, no mosteiro de Vila das Aves. Ao Entre Margens, a mais jovem das monjas do Mosteiro da Visitação, actualmente com 33 anos, revela-nos parte da sua história em entrevista a publicar na próxima edição.
Um excerto:
Consegue precisar o momento em que se sente chamada por Deus?
Foi aos 24 anos. Não é fácil de explicar. Tinha acabado de me deitar, num dia normalíssimo como qualquer outro, e a determinado momento eu senti um desejo espontâneo de me consagrar inteiramente a Deus. Uma entrega total a Ele. E era como uma atracão irresistível, daí o título do livro. Apesar de nunca ter tido esse desejo até então, agora que o sentia era como se ele sempre lá estivesse. Eu simplesmente não resisti a esse apelo.
Mas antes de sentir esse apelo, alguma coisa no seu percurso anterior de vida indiciava essa aproximação a Deus?
Não, eu era muito diferente. Para se perceber como se enquadra esse chamamento é preciso voltar um bocadinho atrás. Eu fiz a primeira comunhão aos 10 anos, mas logo aos 12 afastei-me da Igreja, deixando de me confessar. Comecei a pensar que bastava pedir perdão directamente a Deus e que não era preciso confessar-me a um sacerdote e abandonei a confissão.
Nessa altura, tinha um fascínio muito grande pela ciência, eu desejei seriamente ser astrónoma e isso acabou por me levar a ter uma visão materialista da realidade, só acreditando no que poderia ser medido e comprovado. De maneira que aos 15 anos cheguei a um ateísmo convicto, Deus não podia existir. Não adiantou nada a família insistir comigo, de que Deus existia. Eu continuei convicta de que era impossível. Mas apesar de eu ser ateia os meus pais obrigavam-me a ir à missa. Ia contrariadíssima, de braços cruzados, ansiosa que a missa acabasse, sempre a olhar para relógio.
Entrevista na íntegra na edição de 25 de Novembro do Entre Margens.
Um excerto:
Consegue precisar o momento em que se sente chamada por Deus?
Foi aos 24 anos. Não é fácil de explicar. Tinha acabado de me deitar, num dia normalíssimo como qualquer outro, e a determinado momento eu senti um desejo espontâneo de me consagrar inteiramente a Deus. Uma entrega total a Ele. E era como uma atracão irresistível, daí o título do livro. Apesar de nunca ter tido esse desejo até então, agora que o sentia era como se ele sempre lá estivesse. Eu simplesmente não resisti a esse apelo.
Mas antes de sentir esse apelo, alguma coisa no seu percurso anterior de vida indiciava essa aproximação a Deus?
Não, eu era muito diferente. Para se perceber como se enquadra esse chamamento é preciso voltar um bocadinho atrás. Eu fiz a primeira comunhão aos 10 anos, mas logo aos 12 afastei-me da Igreja, deixando de me confessar. Comecei a pensar que bastava pedir perdão directamente a Deus e que não era preciso confessar-me a um sacerdote e abandonei a confissão.
Nessa altura, tinha um fascínio muito grande pela ciência, eu desejei seriamente ser astrónoma e isso acabou por me levar a ter uma visão materialista da realidade, só acreditando no que poderia ser medido e comprovado. De maneira que aos 15 anos cheguei a um ateísmo convicto, Deus não podia existir. Não adiantou nada a família insistir comigo, de que Deus existia. Eu continuei convicta de que era impossível. Mas apesar de eu ser ateia os meus pais obrigavam-me a ir à missa. Ia contrariadíssima, de braços cruzados, ansiosa que a missa acabasse, sempre a olhar para relógio.
Entrevista na íntegra na edição de 25 de Novembro do Entre Margens.
Terça-feira, Novembro 17, 2009
Um avense em Moscovo

Tem 49 anos, é natural de vila das aves, filho de Manuel Sousa Monteiro (falecido) e de Regina Delfina Ferreira, mas reside actualmente na Rússia. Humberto Augusto Ferreira Monteiro, assim chama o “nosso” conterrâneo trabalha em Moscovo desde 2005.
Ler reportagem integral aqui
Quinta-feira, Novembro 12, 2009
Terça-feira, Novembro 10, 2009
Sexta-feira, Outubro 30, 2009
Tomadas de posse
A tomada de posse do novo executivo camarário e a instalação da nova Assembleia Municipal estão marcadas para amanhã (dia 31 de Outubro, a partir das 10h30), no salão nobre da Câmara Municipal. O PS elegeu para o executivo os vereadores Ana Maria Ferreira, Luís Freitas, Júlia Godinho e José Pedro Machado que deverão manter os pelouros, respectivamente, o da educação, a vice-presidência, o da cultura e o do desporto. Quanto ao PSD, também não haverá alterações face aos nomes propostos, pelo que assumem o cargo de vereadores João Abreu, Alirio Canceles, Mafalda Roriz de Oliveira e Mário Roriz.
Para a Assembleia Municipal, o PS elegeu 14 deputados, devendo a presidência deste órgão autárquico ficar nas mãos de António Guedes (cargo que bem conhece, pois já o exerceu no anterior mandato, em substituição de Luciano Gomes). Os restantes deputados eleitos pelos socialistas são: Rui Ribeiro, Alberta Pedroso, Sérgio Moinhos, Armindo Vieira, Maria La Salete, Manuel Oliveira, Jorge Assunção, Ana Maria Pinto, Benjamim Ferreira, Benjamim Rodrigues, Patrícia Machado, Telmo Costa e Helena Miguel. Vila das Aves ganha, desta forma, maior representação na Assembleia Municipal no que aos eleitos do PS diz respeito, ao eleger Rui Ribeiro e Helena Miguel. Mas o facto também é verdade do lado do PSD, que entre os 11 nomes eleitos, constam os de José Manuel Machado e Rui Miguel Batista. Tomam posse ainda: Paulo Ferreira, Felicidade Oliveira, Augusto Souto, Paulo Oliveira, Andreia Neto, José Afonso Oliveira, Mariana Sampayo, Raul Carvalho e José Fernando Ribeiro. PCP e CDS/PP elegem, por sua vez, um deputado cada.
Têm ainda voz na Assembleia Municipal os presidente de Junta eleitos no dia 11 de Outubro, e também neste aspecto o partido socialista reforça a sua posição decorrente da conquista de 16 Juntas de Freguesia. O PSD, por sua vez, elege seis e os movimentos independentes duas juntas locais.
VILA DAS AVES
Por sua vez, a tomada de posse dos elementos que vão compor o próximo executivo de Vila das Aves, bem como a Assembleia de Freguesia está marcada para as 15 horas de amanhã (Sábado, 31 de Outubro), numa cerimónia a realizar no salão nobre da junta local.
Liderado por Carlos Valente, acompanham o autarca avense nos próximos quatro anos, Elisabete Faria (que se mantém como tesoureira), Óscar Ferreira, Cláudia Sousa e Adílio Pinheiro. Por sua vez, o PSD elege para Assembleia de Freguesia, Manuel Monteiro, José Patrício, Rui Batista, Henriqueta Alves, José Manuel Machado, Américo Luís, Rafaela Torres, Júlio Torres e Vítor Martins. Destes, Américo Luís será proposto como presidente da Assembleia de Freguesia, devendo Henriqueta Alves e José Patrício acompanhá-lo como secretários da mesa da assembleia.
Por sua vez, Luís Lopes e Bernardino Certo, respectivamente os números um e dois da lista candidato do PS, vão assumir os lugares conquistas pelos socialistas na Assembleia de Freguesia, ficando ainda por se saber quem ocupará os dois lugares destinados ao movimento Unir Para Crescer.
Para a Assembleia Municipal, o PS elegeu 14 deputados, devendo a presidência deste órgão autárquico ficar nas mãos de António Guedes (cargo que bem conhece, pois já o exerceu no anterior mandato, em substituição de Luciano Gomes). Os restantes deputados eleitos pelos socialistas são: Rui Ribeiro, Alberta Pedroso, Sérgio Moinhos, Armindo Vieira, Maria La Salete, Manuel Oliveira, Jorge Assunção, Ana Maria Pinto, Benjamim Ferreira, Benjamim Rodrigues, Patrícia Machado, Telmo Costa e Helena Miguel. Vila das Aves ganha, desta forma, maior representação na Assembleia Municipal no que aos eleitos do PS diz respeito, ao eleger Rui Ribeiro e Helena Miguel. Mas o facto também é verdade do lado do PSD, que entre os 11 nomes eleitos, constam os de José Manuel Machado e Rui Miguel Batista. Tomam posse ainda: Paulo Ferreira, Felicidade Oliveira, Augusto Souto, Paulo Oliveira, Andreia Neto, José Afonso Oliveira, Mariana Sampayo, Raul Carvalho e José Fernando Ribeiro. PCP e CDS/PP elegem, por sua vez, um deputado cada.
Têm ainda voz na Assembleia Municipal os presidente de Junta eleitos no dia 11 de Outubro, e também neste aspecto o partido socialista reforça a sua posição decorrente da conquista de 16 Juntas de Freguesia. O PSD, por sua vez, elege seis e os movimentos independentes duas juntas locais.
VILA DAS AVES
Por sua vez, a tomada de posse dos elementos que vão compor o próximo executivo de Vila das Aves, bem como a Assembleia de Freguesia está marcada para as 15 horas de amanhã (Sábado, 31 de Outubro), numa cerimónia a realizar no salão nobre da junta local.
Liderado por Carlos Valente, acompanham o autarca avense nos próximos quatro anos, Elisabete Faria (que se mantém como tesoureira), Óscar Ferreira, Cláudia Sousa e Adílio Pinheiro. Por sua vez, o PSD elege para Assembleia de Freguesia, Manuel Monteiro, José Patrício, Rui Batista, Henriqueta Alves, José Manuel Machado, Américo Luís, Rafaela Torres, Júlio Torres e Vítor Martins. Destes, Américo Luís será proposto como presidente da Assembleia de Freguesia, devendo Henriqueta Alves e José Patrício acompanhá-lo como secretários da mesa da assembleia.
Por sua vez, Luís Lopes e Bernardino Certo, respectivamente os números um e dois da lista candidato do PS, vão assumir os lugares conquistas pelos socialistas na Assembleia de Freguesia, ficando ainda por se saber quem ocupará os dois lugares destinados ao movimento Unir Para Crescer.
Embaixador Português do Ano Europeu da Invoção e Criatividade nas Jornadas Culturais
Em Janeiro deste ano, a presidência checa da União Europeia e a Comissão Europeia abriram oficialmente o Ano Europeu da Criatividade e da Inovação, sob o lema “Imaginar. Criar. Inovar”, nomeando na altura os inúmeros “embaixadores do ano” das diversas nacionalidades. Em Portugal, a tarefa vai sendo levada a cabo por Leonel Moura, artista plástico natural de Lisboa (1948) que nos últimos anos se tem destacado através do seu trabalho artístico com robótica e inteligência artificial. São de sua autoria, por exemplo, a primeira geração de robôs pintores criada em 2003, capazes de produzir, de forma autónoma e baseados no comportamento emergente, obras de arte originais, ou, mais recentemente, o chamado “Robotic Action Painter” que figura na colecção permanente do Museu de História Natural de Nova Iorque e que para além da produção de pinturas, decide por si próprio o momento em que a estas estão terminadas e assina.
Leonel Moura, o artista plástico e acima de tudo o embaixador, estará em Vila das Aves na tarde do dia 31 de Outubro, integrando o painel de oradores convidados para as 23ªs Jornadas Culturais. Subordinada ao tema “Cultura e Contemporaneidade”, a edição deste ano tem, de resto, como um dos propósitos “questionar a relação existente entre estes dois conceitos quando se comemora o Ano Europeu da Inovação e Criatividade”, refere a Câmara Municipal em nota de imprensa. “Para sabermos ler o mundo de hoje…” constitui o mote da intervenção de Leonel Mora nestas jornadas culturais, integrada no último dos três painéis de debate, subordinado ao tema “Criatividade e Inovação – Desafios do Presente”. No âmbito deste terceiro painel, destaque ainda para as participações de: Pedro Costa, professor dos ISCTE que nos falará não só de industrias criativas mas também de “criatividade nas industrias tradicionais”; e de Jorge Cerveira Pinto, director-geral da Agência INOVA que irá debater as questões da criatividade e de economia global.
As Jornadas Culturas de Vila da Aves, no entanto, arrancam já na noite da próxima sexta-feira, para se deter no tema genérico da edição deste ano – “Cultura e Contemporaneidade” -, cuja coordenação estará a cargo de Manuela de Melo, bióloga, jornalista e actual deputada da Assembleia da República, tendo exercido já funções como vereadora a cultura da Câmara do Porto.
O essencial dos trabalhos, acontece na tarde de sábado, com os já referidos três painéis de debate. O primeiro tem início às 14 horas e está subordinado ao tema “Cultura, Democracia e Desenvolvimento” e conta com as intervenções de Elvira Leite (Fundação de Serralves) e de Helena Miguel (Escola Secundária D. Afonso Henriques). A partir das 15h30 debatem-se as “Politicas Culturais Autárquicas”, e para isso estarão presentes em vila das Aves a vereadora da cultura da Câmara de Guimarães, Francisca Abreu, e os consultores Carlos Martins (empresa Opium) e Paula Aleixo. No final de cada um dos três painéis de debate, espaço ainda para a apresentação de outros tantos projectos artísticos, nomeadamente o projecto Artave, o Museu Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso e o iMOD – Inovação, moda e design. Pelas 19 horas, e antes da cerimónia de enceramento, haverá também lugar à música, assegurada pela Artave.
Leonel Moura, o artista plástico e acima de tudo o embaixador, estará em Vila das Aves na tarde do dia 31 de Outubro, integrando o painel de oradores convidados para as 23ªs Jornadas Culturais. Subordinada ao tema “Cultura e Contemporaneidade”, a edição deste ano tem, de resto, como um dos propósitos “questionar a relação existente entre estes dois conceitos quando se comemora o Ano Europeu da Inovação e Criatividade”, refere a Câmara Municipal em nota de imprensa. “Para sabermos ler o mundo de hoje…” constitui o mote da intervenção de Leonel Mora nestas jornadas culturais, integrada no último dos três painéis de debate, subordinado ao tema “Criatividade e Inovação – Desafios do Presente”. No âmbito deste terceiro painel, destaque ainda para as participações de: Pedro Costa, professor dos ISCTE que nos falará não só de industrias criativas mas também de “criatividade nas industrias tradicionais”; e de Jorge Cerveira Pinto, director-geral da Agência INOVA que irá debater as questões da criatividade e de economia global.
As Jornadas Culturas de Vila da Aves, no entanto, arrancam já na noite da próxima sexta-feira, para se deter no tema genérico da edição deste ano – “Cultura e Contemporaneidade” -, cuja coordenação estará a cargo de Manuela de Melo, bióloga, jornalista e actual deputada da Assembleia da República, tendo exercido já funções como vereadora a cultura da Câmara do Porto.
O essencial dos trabalhos, acontece na tarde de sábado, com os já referidos três painéis de debate. O primeiro tem início às 14 horas e está subordinado ao tema “Cultura, Democracia e Desenvolvimento” e conta com as intervenções de Elvira Leite (Fundação de Serralves) e de Helena Miguel (Escola Secundária D. Afonso Henriques). A partir das 15h30 debatem-se as “Politicas Culturais Autárquicas”, e para isso estarão presentes em vila das Aves a vereadora da cultura da Câmara de Guimarães, Francisca Abreu, e os consultores Carlos Martins (empresa Opium) e Paula Aleixo. No final de cada um dos três painéis de debate, espaço ainda para a apresentação de outros tantos projectos artísticos, nomeadamente o projecto Artave, o Museu Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso e o iMOD – Inovação, moda e design. Pelas 19 horas, e antes da cerimónia de enceramento, haverá também lugar à música, assegurada pela Artave.
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